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Adeus ano velho, feliz ano novo

Ano novo chegando aí, e com ele, milhares de novas metas. Todo ano, sem falta, fazemos um listinha (nem que seja na mente) de planos para o ano seguinte. Emagrecer, arrumar um namorado, começar a trabalhar, estudar mais.. e blablablá. Tudo é lindo e maravilhoso... até o segundo mês. Aos poucos a esperança vai sumindo e já começamos a contar as horas para o ano seguinte. Nos esquecemos que todo dia é dia de mudança, e que não há hora para recomeçar. O ano novo é sim uma ótima data simbólica para isso, mas aquele domingo tedioso do meio de agosto também pode ser.
Esse ano novo, não faça planos por fazer. Vamos lá, sei que você quer muitas coisas, mas deve ter aquela que predomina aí dentro. Descobrindo ela, coloque-a como prioridade. Corra atrás dela agora, não espere o dia primeiro. Dias são apenas números, e você não vai deixar que simples números controlem sua vida, vai?
Se quer algo, lute. Se tem planos, execute-os. Se tem sonhos, corra atrás deles. Se tem defeitos, mude-os. Mas faça agora. Não espere. Um ano melhor não depende de ninguém além da gente (muito menos da quantidade de ondinhas que você pula), e é por isso mesmo que desejo a todos muita persistência. O resto? A gente corre atrás.


Entre veias e engrenagens

Grito, mas ninguém me escuta. A minha volta, pessoas sem expressão passam seguindo suas rotinas à risca. É a religião do automatismo. Para quê ser diferente se você pode ser como todo os outros? Apenas mais um robô na multidão, é isso que você quer? Trocar seu coração por engrenagens? Pois te digo uma coisa: Essa é a era da evolução. Logo logo você ficará para trás. O mundo não espera. O mundo não recicla. É um produto defeituoso? Lixo!
Engrenagens enferrujam, peçam quebram, mas o coração, ah, o coração... Esse morre de amor e permanece vivo, pula pela boca mas não foge, apanha, mas não desiste de bater forte.
Eu sei que você ainda é um humano, não esconda isso. Não cometa o erro de entregar seu coração ao mundo, ele é cruel demais com os inocentes. Guarde-o em seu peito, e muito bem guardado. Sorria, chore, e até mesmo sinta raiva, mas nunca se entregue. Você é mais forte que isso. Desligue seus fios e lute! Ainda há tempo.

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Ele vai voltar!

Eu poderia começar com o antigo “Era uma vez...” ou com o simples “Era uma tarde de sol...”, mas isso são tão românticos, não seria certo. O amor dos dois era tão superficial, ela o desejava, porém, não queria sair como a boba apaixonada, ele era mulherengo e namorar era coisa de gente tola, achava que sua vaidade e sua imagem com os outros vinha bem antes de qualquer garota, claro, sua beleza era estonteante, era de fato um rapaz muito bonito. Mal sabiam os dois que um não viveria sem o outro. Beijos aconteceram, encontros aconteceram, era inevitável não se verem, com tantas coisas que o destino os pregava e a cidade simples e pequena que viviam. A garota, tola apaixonada, correu atrás e ela o queria somente para ela, como toda garota espera de um namorado, mas a personalidade mulherengo dele atrapalharia, afinal, como pode um homem que sempre viveu rodeado de mulheres, poderia largar todas aquelas garotas ali, se jogando pra cima dele, por apenas aquela garota boba que só queria aproveitar a vida ao lado de quem “ama”? Até que uma hora ela cansou, cansou de correr atrás, de se importar, cansou de esperar. Como qualquer outra, ela arranjou um namorado, ela o amava? Sim, mas como um irmão e não como todos esperariam de um namoro. Inconformado em não ver mais aquela garota frequentar os mesmos lugares que ele ia, ao ver que ela não estava mais correndo atrás dele, o garoto começou a perceber algo diferente e estranho, perguntava sobre ela, onde estaria, com quem estaria, e ao descobrir que ela naquele exato momento em que ele a procurava, ela estaria com outro, ficou inconformado, como ela poderia? Ele pensou, se o amava tanto, como poderia estar nos braços de outro? Então ele correu atrás, e decidiu largar a vida que tinha com mulheres em sua sombra e viver a vida ao lado dela, daquela que ele tanto ignorou. O tempo passou e seus hábitos mudaram, ele muito ciumento, tirou-lhe seus vestidos, suas minissaias, seus decotes, ela era apenas dele, o que ele via, ninguém mais poderia ver, ela aceitou seu jeito de trata-la por amor. Ela pensara “ele me ama, do seu jeito estranho, mas me ama”. Os anos se passaram e aquele amor não poderia passar apenas de breves visitas e beijos calorosos no portão da casa dela, queriam acordar e ver o sorriso um do outro, acordar e saber que ela estaria ao seu lado, acordar e saber que ele estaria ali para ela. O casamento aconteceu, o amor dos dois explodia no peito de cada, e quem poderia impedir-lhes de amar? Ninguém. Ele antes era rodeado de garotas aos seus pés pedindo para beijá-lo e agora ele era rodeado de sua esposa e duas filhas, ela era de casa e adorava ver um filme, mesmo se repetido, e agora continuava isso em volta de sua família. Os anos passam, e aquele amor já não era mais o mesmo, foi desgastando, o ciúme transparente e contrárias opiniões foram causando brigas e mais brigas, ele não consegue aguentá-la mais e ela não entende a falta de compreensão que ele tem por ela. A briga chega ao seu ápice e com ela os verdadeiros pensamentos de seu interior, ele diz que precisa de espaço e que é muito vaidoso, precisa ser livre e como ele dizia “sou vaidoso e gosto de sair, você só quer ficar em casa, acho melhor, acabar por aqui”. Ela olha assustada, não esperava isso, as brigas foram tantas, todas muito parecidas, achava que essa era apenas mais uma, era isso? Acabara ali? Naquele momento? Anos de dedicação um ao outro terminariam naquele instante? E as filhas? Aceitariam toda essa história de que não dava mais? Pode ser que sim, pode ser que elas aceitem, pode ser que sejam melhores separados, pode ser que sejam mais felizes, mas como eu disse no começo, ela não ligou e ele correu atrás, ela esta esperando tudo acabar, mas sabe que ele irá voltar, ele sabe que voltará!


Meia dose de amor



Virar a página. Acho que é isso que dizem quando tentam descrever esse sentimento que está me esvaziando aos poucos. 
Dizer que te esqueci seria a maior das mentiras, pois quando falam sobre amor, é exatamente você que me vêm à mente. Porém com o tempo, fui aprendendo a deixar certas coisas de lado. Não vale a pena correr atrás de algo que está sempre correndo de você. É perda de tempo. 
Ainda te amo, admito. Por mais que eu não sinta necessidade de você todas as noites, não pense em você todos os segundos do dia e nem conte as horas para te ver, não negarei que ouvir seu nome ainda acelera meu coração. A enorme necessidade que eu sentia de você está aos poucos se transformando em indiferença. 
Acredito que o amor é sim um sentimento eterno, mas quando não há fogo que o alimente, ele esfria. Continua lá, bem quietinho, porém já não serve mais para ser consumido.

Um conto de desencontros



Depois de tantas despedidas, nem sei mais em qual mala guardei meu amor. A cada beijo, uma lágrima. A gente sabia que não estava dando certo, mas resolvíamos insistir. 
Chamávamos aquilo de amor e continuávamos levando a vida, como se toda aquela dor fosse comum. Acredite, aprendi que amar não é sofrer. Aquele nosso sentimento repleto de angústia, arrependimento e insensatez não chegava perto de ser algo. Fomos apenas uma ocupação para o vazio do outro, vamos admitir. Acostumamos tanto a ter o peito preenchido com aquela nossa confusão, que quando ela ia embora, queríamos de volta a todo custo. 
Nossa história foi um conto de desencontros. Eu tentei ficar, mas desisti quando você se despediu pela centésima vez. Será que é isso que quero para minha vida? Alguém que diz um adeus a cada ‘eu te amo’?
Não dá mais, sinto muito. Você disse que se foi pela última vez, e eu fiquei aqui te esperando, mas não dá mais. 
Adeus, meu amor. Dessa vez é para valer. Se cuide.

Deixe a onda te levar...


Praia, para algumas pessoas é sinônimo de descontração, para mim, é apenas mais um lugar para pensar na vida. Não sou nem um pouco fã de ter quilos de areia em minha bolsa, ficar vermelha como um pimentão ou ficar caminhando (com muita dificuldade) na areia quente do sol de 12h, e é exatamente por isso que acabo passando grande parte do meu tempo sentada debaixo de alguma sombra observando o meu redor.
Entre tantos banhistas, me identifiquei com uma garotinha que se encontrava na beira do mar. Sem tirar os olhos do castelo que acabara de construir, temia que alguma onda o derrubasse. Ao ver seus olhinhos brilhando, percebi o quanto ela queria mergulhar naquelas águas e talvez até nadar para longe dos olhos de todos, mas algo a impedia: o medo de se entregar. ‘’E se alguma onda derrubar meu castelo?’’ ‘’E se eu me afogar?’’. Deduzi as palavras que saiam dos seus lábios que mal se mexiam. Tive vontade de ir correndo dizer a ela para não perder tanto tempo pensando ‘’E se’’, que não havia o que temer. Ondas viriam, ela estando ali ou não para cuidar daquilo que construiu, é a lei da vidae que afinal, engolir alguns goles de água de vez em quando é normal.
Que inocência a minha! Eu era aquela garotinha.
Passo horas admirando o mar em uma inveja bem intima daqueles que mergulham fundo. Construo castelos e mais castelos na esperança de que eles continuem intactos para sempre. Esqueço que as ondas fazem parte da vida, e que mais dia menos dia, elas virão.
Além disso,a  grandeza do mar me assusta. Sempre me perco em sua imensidão.
Olhei para a garotinha novamente e me surpreendi ao ver que ela não se encontrava mais no mesmo lugar. Ela havia entrado na água, e ao ver seu enorme sorriso, não resisti.  Corri ao encontro daquela enorme massa azul. Vieram algumas ondas sim, mas me sentir parte de algo que me preenchia por inteira valeu muito a pena.

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Caminho da Felicidade

     Aquele dia tinha tudo para ser apenas outro dia. Mas não foi. Chego a considerar o segundo dia D da história. Contudo, a história da minha vida.
   Acordei viva de verdade, com sorriso radiante e completamente sincero, já nas primeiras horas do dia. Estava com mais força e vontade para conquistar o que quero. Será para quem não gosta de mim, a mesma coisa que o Dia D significou para as tropas Alemãs na Segunda Guerra Mundial.
   Em frente ao espelho, recitei aquilo que já virará tema em minha vida: No one can hold me back. Tomei o melhor banho, aquele que limpa até a alma, levando consigo todo mal para o ralo. Vesti meu melhor e mais belo vestido, estava tocando minha música favorita e meu cabelo estava lindo. Tinha como ficar melhor?
   Ao sair para o trabalho, lancei meus melhores sorrisos para quem quer que fosse. Fui serena e gentil com pessoas grossas e mal educadas. Nunca deixei de dar um sorriso quando tinha ou não oportunidade. É importante sorrir sempre, principalmente nas piores situações.
   Mais tarde, já em casa, refletindo sobre o dia percebi que sou eu a única pessoa que pode fazer tudo dar certo. Que o sorriso, desarma qualquer pessoa.
   Mas principalmente, descobri que para ser feliz não dependo de ninguém além de mim mesma.

A 'discussão básica' nossa de cada dia



– Eu te amo.
– Ah, legal.
– Legal?
– Acho legal você me amar ué!
– E só?
– Sim. Deveria dizer mais alguma coisa?
– Claro! Que você também me ama.
– Mas eu não amo.
– Como assim não?
– Eu não te amo, ora essa! Deveria?
– Claro que não, mas você deveria ter dito que sim.
– Mas isso seria mentir!
– Eu sei.
– Então por que quer que eu diga?
– Porque é isso que uma pessoa espera ouvir quando diz amar a outra.
– E você me ama?
– Deixa de ser idiota! É obvio que não!
– Mas então por que disse isso?
– Porque eu gostaria de ouvir a resposta.
– E eu te respondi. Não vejo problema nisso!
– Eu apenas queria ouvir um ''Eu também te amo''. É tão difícil de entender?
– Ah, se é por isso: Eu também te amo.
– Agora não adianta mais!
– Por que não?
– Porque eu sei que é mentira.
– Mas você também mentiu!
– Porém eu não admiti isso...
– Na verdade, admitiu sim!
– É, eu sei. Mas não teria admitido se você tivesse dito um simples ''Eu também''.
– Mas eu já disse!
– Humpf, homens!
– Mulheres... Vai entender!

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Bagunça, caixas, lembranças e afins


Deitada de pernas para ar enquanto escutava minha música predileta, percebi que já havia passado da hora de arrumar meu quarto. Estou uma confusão, não nego. E não sei porque, mas sinto que ajeitar meu redor pode acabar me ajeitando também. Pode parecer idiotice, mas de certa forma, funciona. O quarto de uma pessoa nada mais é que um refúgio para todos os seus maiores sonhos e lembranças, que com o tempo (ou a falta dele), acabaram ficando sem espaço no mundo lá fora. E o que fazemos com tudo isso? Guardamos em caixas e mais caixas repletas de pedaços de papeis e fotografias, na esperança de um dia podermos reabri-las e sentir aquele gostinho da felicidade que um dia cada tranqueira daquelas já nos trouxe.
Até porque, você sabe que tudo isso traz muito mais que simples recordações. Cada lembrança, traz consigo um pedacinho do que você é ou deixou de ser em uma dessas reviravoltas da vida. Seja aquela garota sorridente que sempre dizia o que pensava ou aquela criança tão quietinha e diferente das outras, que entre palavras e brincadeiras, acabava sempre optando por um velho caderno e uma caneta.
Da maneira mais cuidadosa possível, abri uma das caixas em clima de nostalgia. Em cima de diversos papeis já amarelados pelo tempo, uma foto com várias crianças sorridentes me chamou a atenção. Custei a reconhecer uma garotinha de faixa colorida nos cabelos e olhinhos brilhando que estava abraçada com outra garota de longos cabelos castanhos, para a qual ela, na época, revelava seus maiores segredos, que por mais bobinhos que fossem, as tornavam as inseparáveis 'melhores amigas para sempre'. A garota, era eu. E quanto a essa amizade eterna, infelizmente acabou. Não me lembro quando nem porquê, simplesmente foi sumindo com o tempo. 
E se hoje relembro tudo isso, confesso que sinto saudades, mas aos poucos aprendi que certas coisas a gente tem que deixar ir, por mais que não queiramos isso. Todo novo ciclo possui uma acolhida e uma despedida. E ciclos se renovam todo dia, toda hora, todo momento. 
No fundo, a gente se despede do ontem com carinho porque sabe que cada caixa que vai embora é, no mínimo, um aprendizado. As vezes me pergunto se a bagunça que se acumula dia após dia em nossos quartos não é uma vontade nossa, bem sincera e honesta, de nos obrigar a abrir as caixas, portas e gavetas para analisar a vida de vez em quando. As histórias vão, mas a gente fica. E a parte divertida de você relembrar de tudo é que você se analisa, vê o que mudou depois de tempos, ou até mesmo o que não mudou. 
Engoli em seco as lembranças quando fechei a caixa. E você deve se perguntar o porquê disso. Mas é que além das tranqueiras e fotos velhas que não tinham mais valor, ali estavam diversas coisas que um dia já foram importantes e necessárias. O tempo passou, mas será que a importância se foi? Estive a um passo de jogar tudo fora, porém, com um enorme nó na garganta, parei para pensar naquele velho papo de que a gente precisa descartar o excesso e tudo aquilo que não é necessário pra ser feliz. 
''Mas e se uma dessas caixas ainda me fizessem feliz por algum motivo bobo?'' Voltei atrás e recoloquei tudo naquela enorme caixa, e decidi, que a partir daquele momento, ali seria a moradia fixa de todas as minhas lembranças. 
E se um dia a saudade bater, não terei medo de abrir. Lerei cada carta, beijarei cada foto, e acima de tudo, agradecerei baixinho por todas as pessoas que já passaram por minha vida e bagunçaram cada pedacinho dela.

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O erro irresistível

   
  Não deveria ter prestado atenção naquele que deveria ser apenas mais um cara bastante atraente com sorriso maravilhoso. Não deveria tê-lo deixado se aproximar, olhar no fundo dos meus olhos ou até, ter correspondido seu toque eletrizante. Quem dirá ter aceitado que me pagasse outro drink.   É, não devia mesmo.
   Mas sabe? Quando a carne é fraca, já se encontra em seu 4º drink e encontra alguém, também apaixonado por joguinhos de sedução... bom, aí o cara atraente com toque e sorriso lindos, torna-se tentadoramente irresistível.
   Quando dei por mim, já conversávamos como velhos conhecidos com gostos completamente incomuns, porém, totalmente iguais.
    Minhas amigas me alertaram, disseram que era encrenca, mas minha euforia foi maior que o bom-senso. Arrisco dizer que , talvez, aqueles 4 drinks tenham o ajudado. Só talvez.
   Você foi meu melhor erro, se é que posso classificá-lo como tal. Me libertou por horas da insanidade mundial e da minha própria. Foi minha válvula  de escape , peculiarmente, pontual e certeira. Foi o erro mais irresistível, aquele que não consegui ,ao menos, tentar resistir, a dose mais embriagante de todas as bebidas, o errado que convence os certos do contrário...
   Foi aquela bolsa de sangue dada à um vampiro faminto em uma dieta, que prometeu ser forte e não beber tudo.
  No início, bom... Eu juro que só ia experimentar....

Dica da Mands: Love is like a star

A história é um romance, carinhosamente abreviada pelos leitores de LYLAS, sou eu que escrevo. A Fanfic é adaptada com o modo interativo, onde você é o personagem principal simplesmente respondendo a perguntas que aparecem assim que você abre a página da fanfic. Já foi indicada entre milhares de outras fanfics como dica de leitura no site em que é publicada e uma ortografia seguida a risca. Te proporciona uma leitura gostosa e tranquila, com seus momentos românticos que se elevam ao ápice. Típica história de filme americano, relata o cara perfeito, pelo o menos o seu, afinal na história você pode colocar o nome do seu amado, o que torna a leitura ainda mais prazerosa. Agora sobre a história em si: 
Seu amor de filme americano não foi atrás de você quando tudo acabou. Você seguiu em frente, mas não é a mesma coisa, não existe todo o encantamento que antes existiu. A sua turma um dia resolve se encontrar na sua casa, porém seu ex está lá. E as coisas não acabam do jeito que todos esperavam. Fica para você descobrir se essa guerrinha amorosa existente terá um final positivo ou não, mas Love Is Like a Star promete te surpreender e te deixar ansiosa para cada capítulo postado.  
Espero que tenham gostado da minha dica de leitura e me responsabilizo por qualquer insatisfação. Hahaha
Quer ler? Aqui esta o link > Love is like a star

Um novo ano


E mais um ano se passou...
O engraçado é que - teoricamente - tudo continua igual. Ainda somos os mesmos.Ainda temos os mesmos amigos.As mesmas lembranças e sentimentos. Os mesmos problemas. Ainda somos as mesmas pessoas que fomos ano passado...
A diferença, a grande diferença, é que, temos um ano novinho em folha! Como um livro de 365 folhas, cheio de páginas de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever. Cada dia faz parte de uma história, que depois de um tempo, poderá arrancar de você os sorrisos mais bobos ou as lágrimas mais amargas.
Nós somos os donos do destino, ou melhor, os escritores da nossa história. Nós que escolhemos se queremos um ano diferente ou não.
Olhe para frente, ainda temos um ano inteirinho para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade ou coragem, ou até mesmo recomeçar algo em que falhamos e deixamos para trás.
Minha meta para esse ano? Viver. 
Sorriam, cantem mesmo não sabendo a música, abracem bem apertado quem vocês amam, dancem na chuva, se lambuzem de sorvete como criancinhas, inventem maluquices na cozinha...  Resumindo: Vivam!